Plus Size: O corpo certo do padrão



Já se perguntou ou parou para pensar porque existe o empoderamento Plus Size?
E porque que existe tanto preconceito e especialistas de plantão nas redes sociais que opinam e até brigam por ser contra isso? Não né? Eu sei que não. 

Para inicio desta conversa, deixe a mente aberta e imagine todas as pessoas deste mundo, elas são de formas distintas, tanto de peso quanto para altura e fisionomia...  Vamos supor que você (isso, você mesmo), queira implantar um padrão corporal em mim, apenas porque você acha que é o certo. Somos diferentes, se eu fizesse o mesmo contigo, não iria gostar.

Você sabia? Ilha do medo - Vitória ES

Imagem: Gazeta Online 
Ao ouvir falar sobre lugares assombrados, misteriosos e abandonados, sua mente viaja para lugares até então desconhecidos (e conhecidos) como o Hospital militar Beelitz na Alemanha ou o famoso acidente nuclear de Chernobil, perto da idade de Pripyat, no norte da Ucrânia Soviética. 
Mas você sabia que no estado do Espirito Santo há um lugar assim? 

A ilha de Pólvora, também conhecida como ilha dos leprosos, Ilha do medo e ilha do diabo, é uma das ilhas que compõem o arquipélago de Vitória, no estado do Espirito Santo, mas o que chama atenção pra essa ilha não são apenas suas ruínas ou sua imagem deserta e sim, que nela havia um hospital. 

Sim, um hospital.

Cheiro de roupa guardada? Não mais


Resultado de imagem para roupas guardadas a muito tempo


Temperatura caindo, aquele friozinho gostoso que faz a todos tirar aquelas roupas que estão a algum tempo de dentro do guarda roupa. Mas, o que fazer com o cheiro de mofo das roupas e cobertas? O mofo é um tipo de fungo que adora ambientes escuros e úmidos por isso é sempre bom saber como se precaver e cuidar.
A solução para os problemas é bem simples: vinagre, álcool, limão, bicarbonato de sódio e um simples paninho.

Você acordou e, ao olhar no espelho, percebe que está invisível



Foto: Mademoiselle Loves Books


Ela sabia que era difícil, apenas ela entendia como aquilo doía. Amizades falsas, as que se afastam as que estão quando você precisa, não estão lá.
Mas ela sabia, porque doía.

E ninguém mais irá entender o quanto é difícil ser invisível, não ser aceita, ser dilacerada por dentro com palavras cruéis, por isso ela estava invisível. Acordou numa segunda feira sem disposição para enfrentar o mundo, arrastou seus pés para o banheiro e ao se olhar no espelho, percebeu que aquela garota alegre já não existia, estava invisível.

Tomou um banho curto, penteou seu cabelo e chorou, chorou baixinho para ninguém escutar, para não ter quer dar explicação, respirou fundo e disse para si mesma que a noite logo chegaria e então poderia voltar para a cama.
Já não sabia o que estava mais bagunçada, sua vida, seu coração, sua família ou sua alma. Todo tem problemas, certo? Mas porque ela deveria continuar ajudando aos outros se ninguém se interessava a ajuda-la?  

Doía muito, havia momentos que queria apenas chorar e ficar na cama, na sua mente, todos a odiavam. Depressão e ansiedade eram suas companheiras mais fiéis, mas não as mais divertidas.  O mundo desaba para todos, ninguém é forte o tempo todo, algumas pessoas se sentem vazias, por que é assim?
As coisas a sua volta lhe davam medo, viver era arrepiante, pensamentos acelerados lhe davam dor de cabeça, mas o que podia fazer?

- Oh menina, chora, chora mesmo, pois é a única que vai sentir essa dor – Era o que sua mente dizia

- Um dia as coisas irão melhorar, não desanime – Dizia seu coração.

-Não há motivos pra você ficar assim, isso é besteira, porque chora tanto? – Diziam as pessoas

Eu só peço pra ficar bem, devia sorrir mais, viver mais, por que é tão difícil?  Dizia ela para si mesma

Seu reflexo era o retrato da solidão. Ela já não sabia qual era seu destino, seu caminho, tudo o que já fizera eram planos de outros e não havia amor naquilo que fazia.

Seu reflexo no espelho, não tinha nome, não tinha idade, não tinha destino, não existia.



Dos processos da escrita


Escrever é um processo solitário.
olho pra mim mesmo com aspereza e tiro o que de pior há sobre a maneira
como permito escorrer,
nas relações afetivas ou amorosas,
no cotidiano brusco e na queda fatal.
Debruçar-se nos fatos, tarde da noite, virou rotina.
Já não durmo como antes, não sei se algum dia dormi.
não lembro da paz invadindo meus brônquios.
Semana passada outra crise de ansiedade deitou nos meus ombros. choro
copiosamente por pessoas que nem existem, porque eu as inventei no meu
imaginário social.
Escrever, ainda que sobre alguém,
é o processo mais doloroso que existe.
A cabeça pesa e flutua.
às vezes não tem força divina que te resgate
e você ainda acha que é salvação estraçalhar a goela gritando pra dentro uma
solidão que é sua
mas faz os outros tentarem — e só tentarem — te compreender.
escrever é o ato, no entanto, mais corajoso que existe. você coloca uma
arma contra a própria cabeça e às vezes dispara. a arma pode ser sua
própria desesperança nas coisas. a fé ruindo feito qualquer prédio antigo
do centro da cidade.
A saudade de alguém que nunca esteve. e mesmo assim você escreve
porque é o que te parece mais natural e inviolável, afinal, ninguém
colocaria todos os edemas nas folhas
de papel como você.
Olho pra mim tentando não capturar os centímetros da sua pele que ficou no
sofá.
O fogo da solidão começa a arder as pernas, ombros, por fim o peito.
contenho-me pra não parecer desesperado ou ansioso.
falho na minha própria fuga de adulterar memórias pra que eu não consiga
senti-las, mas eu ainda sinto os olhos arderem, a respiração tremular, o oco
do mundo me atravessando a nuca, a solidez.
Que escrever é como despir a parte mais honesta
e frágil de si próprio pra que os outros, com a frieza de dois ursos, comecem
a interpretar
o ser humano.
Será que sou?
às vezes não tem força divina que me resgate.



Livro: Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente -


Você conheceu a sua alma gêmea ... ?

Foto: Google imagens


Olhos brilhando, borboletas no estômago, sorrisos e mais sorrisos. De repente, você se dá conta de que aquilo pode ser mais do que esperava, um primeiro olhar ou segundo, não importa. A conversa rendeu, as saídas se tornaram frequentes.

O mais engraçado é que foi ódio à primeira vista, ignorância de ambas as partes, mas que no fundo significavam outra coisa. As brigas não duravam e o ciúme era inevitável.  Seus abraços a envolviam como quem nunca queria largar e cuidava dela como quem cuidava do mundo.

Em um mês o romance se fez presente, com todos a volta não acreditando, mas eles sabiam... Sabiam, pois havia algo que os ligava, que os conectava. Eram parecidos e diferentes ao mesmo tempo, tendo cada um seu detalhe único, ela amava seu sorriso, ele seu jeito ingênuo.

O primeiro eu te amo dele, fez os olhos dela lacrimejarem, em seguida de um sorriso dele e um longo beijo. Ah! o amor...

Crescendo juntos, sorrisos e mais sorrisos, claro que há brigas, sempre tem, mas sempre se resolvendo na hora. Para os dois, isso era essencial, a conversa.
Para muitos aquilo não ia durar, mas parar eles “ Se nada der certo, a gente casa”. Essa frase foi o início de tudo, poucos meses depois já estavam comentando sobre casamento.  E um ano depois, estavam afirmando.

A primeira aliança, simples mas de todo o coração, sorrisos largos ao sair da loja com ela. Como diz ela, fizeram um “Book de mão” para mostrar ao mundo.
Um bom dia em sms logo se tornou um bom dia matinal, cara a cara, com beijinhos e abraços. Tem coisa melhor?

Eles encontraram sua alma gêmea um no outro, viram e já sabiam que era pra ser, fizeram acontecer.

O amor é sentir, lutar juntos, ser recíproco, ter esforço de ambas as partes.
Uma alma gêmea é aquela cujo nos sentimos seguros para se abrir, ser seu melhor amigo(a), ficar admirando você sem falar nada, vai te ligar para dizer boa noite só porque ele sente sua falta, vai te dar presentes simples, como uma flor catada numa árvore, para te lembrar o quanto você é especial para ele.

Uma alma gêmea é simplesmente amor

Sozinha em um quarto de hotel


A chuva caia incessantemente do lado de fora deste quarto de hotel.
Sua ausência se fez presente e minhas lagrimas continuavam a rolar enquanto eu relia nossas cartas. O que aconteceu entre nós? Éramos felizes. Nossos beijos e caricias se entrelaçavam em uma comunicação que apenas nossos corpos entendiam. Mas você fez aquilo...
E eu sozinha neste quarto de hotel, me recordo...

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